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Rogério Ceni Pressionado: Bahia Exige Mais Após Queda na Pré-Libertadores
Por Redação FutBahia em 26/02/2026 11:32
A recente saída do Bahia da disputa pela pré-Libertadores, após derrota nos pênaltis para o O'Higgins na Fonte Nova, reacende o debate sobre a performance e as expectativas em torno do trabalho de Rogério Ceni à frente do Esquadrão. A derrota, que também tirou o time da Copa Sul-Americana, é vista por alguns como um marco para aumentar a exigência por resultados mais expressivos.
Julio Gomes, em sua análise no UOL News Esporte, do Canal UOL, foi enfático ao sugerir que o desempenho recente deve impulsionar uma pressão maior sobre o treinador. Segundo ele, a meta para a temporada deve ser ambiciosa, com a conquista de uma final de Copa do Brasil ou, no mínimo, um lugar entre os quatro primeiros colocados no Campeonato Brasileiro. Atingir tais objetivos é fundamental para justificar a continuidade do trabalho de Rogério Ceni.
Expectativas Elevadas para o Tricolor Baiano
"Se nesse ano o Bahia não chegar numa final de Copa do Brasil, se não acabar no mínimo entre os quatro primeiros do Campeonato Brasileiro, para mim, eles deveriam encerrar o trabalho do Rogério no final do ano", declarou Gomes, ressaltando a necessidade de uma cobrança mais efetiva ao longo da temporada. A justificativa para tal exigência reside na percepção de que o clube possui um elenco qualificado e com potencial para ir além.
O comentarista argumenta que o material humano disponível no Bahia é suficiente para alcançar feitos mais notáveis. A ausência de resultados impactantes, na visão de Julio Gomes, não condiz com a dimensão do time, do elenco e da estabilidade que o clube busca. A eliminação na pré-Libertadores, portanto, é um ponto de inflexão que deveria gerar uma pressão significativa sobre o comando técnico.
Análise Tática e a Performance do Bahia
A partida contra o O'Higgins foi descrita como emblemática da atuação recente do Bahia . Julio Gomes apontou que o time apresentou um bom primeiro tempo, construindo uma vantagem de 2 a 0 e demonstrando domínio em campo. Contudo, a dinâmica da partida mudou drasticamente com o gol sofrido no início da segunda etapa.
Aquele gol, classificado como "tonto" e "bobo" pelo analista, parece ter desestabilizado a equipe, transformando-a em uma versão que, apesar de manter a posse de bola, demonstrava dificuldade em criar lances de perigo concretos. Essa ineficácia ofensiva, mesmo com o controle do jogo, foi um dos pontos cruciais que levaram à eliminação e levanta questionamentos sobre a capacidade de transição entre diferentes fases do jogo.
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